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COMENTÁRIOS

Domingo, 17/2/2002
Comentários
Leitores

conservando o que eh bom
Alexandre, achei otima a ideia de poder ter a opcao de usar o futuro simples. Com isso a lingua guarda sua riqueza, oferecendo variedade de nuances, etc. Por outro lado, acho que voce continuarah a se surpreender com o mau uso do portugues e que esse quadro soh tende a se deteriorar. Eh que estah se alargando a base dos falantes em funcao de alteracoes economico-sociais que ocorrem no Brasil (e no mundo). Pessoas cujos pais, se muito, se limitavam a varrer o chao da classe media, hoje sao as que pilotam, por exemplo, postos de atendimento de telemarketing, falando em nome dos grandes conglomerados, ou participam com desenvoltura em programas de radio-televisao ou perguntam se voce quer algo mais nos balcoes e lojas espalhadas por esta nossa america lusofona. Acho que teremos aqui, e cada vez mais, convivendo lado a lado, mais de um tipo de portugues, desde o culto, universal, elaborado, ao simples, embrionario, brasileiro mesmo.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Toni
17/2/2002 às
17h57 200.176.124.165
(+) Toni no Digestivo...
 
parabéns
dani, é sempre um prazer ler sua coluna, parabéns - e obrigada! beijos

[Sobre "Tristezas tropicais"]

por juliana fiorini
17/2/2002 às
15h35 200.211.165.153
(+) juliana fiorini no Digestivo...
 
merci beaucoup!
E nem as 'belles infidèles'! :) Obrigada pelo texto, Paulo. Tenho enorme interesse pelo campo da tradução e coleciono tudo a respeito - pelo menos tudo que julgo importante, deixando os Derrida de lado. Mais uma vez, obrigada. E citarei seu artigo no meu weblog (http://missveen.blogspot.com).

[Sobre "A saída clássica"]

por Juliana O'Flahertie
17/2/2002 às
10h53 200.193.252.128
(+) Juliana O'Flahertie no Digestivo...
 
daddy is right there for you
Oi, Fábio. É claro que a maioria está do lado do ministro, por dois motivos: acreditam piamente que a medida adiantará de alguma coisa, e se sentem reconfortados quando sabem que bigbrotheriswatchingyou, digo, quando papai-Estado está cuidando da saúde deles. Afinal, fomos educados para isso: se governantes fazem leis "para o nosso bem", então, pensam todos, é claro que querem o nosso bem. Quanto à suposta "sapiência" da sociedade (que não é um indivíduo e, portanto, não pode ser sábia ou ter consciência de nada - se tivermos 3.000.000 pessoas, temos 3.000.000 de consciências, não 3.000.001), vale sempre citar Anatole France (embora, estou certa, ele fosse contrário à opinião que acabo de expor): "Se 50 milhões de pessoas dizem uma coisa idiota, ainda é uma coisa idiota". E seus textos continuam ótimos. Parabéns.

[Sobre "fumo porque é fumo"]

por Juliana O'Flahertie
17/2/2002 às
10h14 200.193.252.128
(+) Juliana O'Flahertie no Digestivo...
 
Sobre a gramática e a língua
Não, Guilherme, a gramática não é nada disso do q vc falou. Ela é uma série de regras arbitrárias (como qualquer variante o seria, porque afinal, não existe apenas uma forma de se expressar em determinada língua, e cada falante possui seu próprio idioleto) que são determinadas por um conjunto mínimo e nada representativo da população (os gramáticos) que, no entanto, possuem o papel de determinar qual a variante "oficial" da língua. O q tb é importante, para q se tenha uma forma "neutra" (entre aspas, porque obviamente a variante oficial é expressão do desejo daqueles que arbitram, como não poderia ser diferente). Mas a gramática normativa é defasada. Quer um exemplo? Celso Cunha em sua gramática diz descrever o português "moderno", ou seja, o dos românticos! Isso é moderno? Bem, pra ele pode ser, mas tente falar o português das gramáticas! Vc nunca será compreendido perfeitamente. Falar bem não é usar construções arcaicas, é saber organizar seu pensamento de modo a ser perfeitamente entendido pelo interlocutor. Outra coisa muito errada no seu argumento é dizer q "de Vieira a Machado a língua conseguiu permanecer a mesma em essência". Vc já leu Vieira na edição original? Já leu Machado na edição original? Pois leia e venha me dizer com a cara limpa q a essência é a mesma. A não ser q vc admita q a essência é a mesma até hoje. Sim, as mudanças ocorrem, e rapidamente, mas a ess6encia é sempre a mesma. Mas se vc argumenta q elas parecerão tão distantes quanto o Latim Clássico em breve, então não há como admitir q Vieira e Machado estejam tão próximos assim. Façam-me o favor! Ninguém é obrigado a gostar de certas variantes novas. Assim como gírias, muitos modismos em pouco tempo caem na obscuridade (e assim espero que ocorra com o futuro composto de gerúndio, de q não gosto). Se eles são consagrados, porém, não há alternativa. Parem com essa conversa infantil, como do Alexandre Soares, essa choradeira não leva a lugar nenhum. Concordo com a idéia de combater tal modismo que não passa de tradução mal feita de manuais de telemarketing, mas não posso concordar com q os fins justifiquem os meios. Essa argumentação toda conservadora não é nem um pouco conservadora. Não falamos como a geração anterior à nossa falava e nem como a que nos sucederá.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Pedro
17/2/2002 às
05h55 200.225.58.169
(+) Pedro no Digestivo...
 
a vida imita a piada
Caro Eduardo. Eu não sabia que as criancinhas canadenses colecionavam os maços com fotos. Mais uma vez a vida imita a piada... Forte abraço, Fabio.

[Sobre "fumo porque é fumo"]

por Fabio
17/2/2002 às
02h33 200.183.94.214
(+) Fabio no Digestivo...
 
obrigado
Agradeço enormemente todos os comentários e os gentis elogios que recebi por essa coluna. Na verdade, não sou contra nem a favor da medida do Serra. Acredito que se pode argumentar com igual sensatez de ambos os lados. É o tipo da coisa que a sociedade tem que decidir se quer ou não. Se sim, sim; se não, não. E me parece que a maior parte das pessoas está do lado do ministro. Agora, que a medida tem seu aspecto ridículo, tem.

[Sobre "fumo porque é fumo"]

por Fabio
17/2/2002 às
02h21 200.183.94.214
(+) Fabio no Digestivo...
 
Obrigado
Caro Anilson. É difícil errar sempre; às vezes, sem querer, acabo escrevendo algo sensato... :) Obrigado pelo elogio e pelo comentário. Um abraço cordial, Fabio.

[Sobre "ô ô"]

por Fabio
17/2/2002 às
02h14 200.183.94.214
(+) Fabio no Digestivo...
 
A língua dinâmica
Estava saindo, mas tive que voltar. Não resisti. Acho que ouvi o Pedro dizer que a nossa língua está se "aperfeiçoando". Que lindo- mal posso esperar pelo próximo final de semana. Ou por dezembro, quando será publicada a primeira tradução dos Lusíadas para o português Millenium: "As arma e os barão assinalado/Saíram de Portugal, tá ligado?", etc. (O trecho famoso- "Cantando espalharei..."- terá duas versões: "Cantando vou espalhar por toda parte" - escangalhou a cadência, mas vá lá- e "Cantando vou estar espalhando por toda parte/ Se a tanto me ajudar...", etc.) Só não peçam que eu assine a introdução. Um abraço.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Alexandre Soares
17/2/2002 à
01h45 200.205.157.155
(+) Alexandre Soares no Digestivo...
 
Inculto aperfeiçoa a língua?
Pedro, uma regra da gramática infere-se dos fatos da língua empiricamente verificados. Se nos clássicos as construções não existem, ou seja, nunca se usaram, é absurdo ensiná-las como consumadas no idioma, com normas tiradas sabe Deus de que fontes improvisadas. Admitir como nova regra qualquer coisa que da noite para o dia as pessoas falem é que vai logo tornar incompreensível todo o texto velho de dois dias. O dinamismo de uma língua é inversamente proporcional à cultura de seus usuários: quanto mais se conhece o idioma, menos ele é alterado por invencionices de ignorantes. De Vieira a Machado a língua conseguiu permanecer a mesma em essência, mas graças a opiniões modernas como a sua, logo parecerão eles realmente tão distantes como o latim clássico. Você, por exemplo, já perdeu de vista o domínio do subjuntivo ("se FORMOS falar... ninguém entenderia"). Não compreendo que alguém queira sacrificar no altar do Santo Dinamismo a unidade lingüística de toda uma cultura, firme ao longo de séculos.

[Sobre "Pelo Fim da Palavra VIP"]

por Guilherme Quandt
16/2/2002 às
21h25 200.193.27.74
(+) Guilherme Quandt no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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